Fosun quer Fidelidade e também arranha-céus em Nova Iorque


Um dos candidatos à privatização das seguradoras da Caixa Geral de Depósitos, particularmente à privatização da Fidelidade, vai comprar um arranha-céus em Nova Iorque por cerca de 530 milhões de euros.
O consórcio privado chinês Fosun, que está na luta pela Fidelidade a par do Apollo Management International, quer comprar uma torre de 60 andares, com cerca de 670 mil metros quadrados, onde outrora funcionava a sede do Chase Manhattan Bank.


A compra que constituirá mais um sinal do crescente apetite chinês pelo setor imobiliário nos Estados Unidos, foi acordada no fim de semana entre uma subsidiária do Fosun, a Summit Glory Holdings, e o JP Morgan Chase & Co.

No passado dia 12 de outubro, uma empresa estatal chinesa, a Greenland Holding Group Co, comprou uma participação de 70% num empreendimento imobiliário de 5 mil milhões de dólares a desenvolver na área de Brooklin, em Nova Iorque.

A China é já o segundo cliente externo do imobiliário norte-americano, a seguir ao Canadá.

Em todo o caso o desenlace deste negócio estará para breve. Bem antes de se saber se o consórcio ficará com a Fidelidade e as ouras seguradoras da Caixa, pois o resultado do concurso deverá apenas ser anunciado pelo Governo português a 11 de dezembro.